Crush em Hi-Fi

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#StarWarsDay – Que a força esteja com estas 13 músicas baseadas no universo de Star Wars

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Hoje é 4 de maio, também conhecido como May the 4th, o popular Star Wars Day. Como fã da saga de George Lucas, eu não poderia deixar de fazer uma lista com músicas que citam ou homenageiam a epopéia da força e da família Skywalker. Afinal, nem Jar Jar Binks consegue estragar uma data tão especial quanto essa. Prepare seus midichlorians e segure seu sabre de luz para esta lista:

Blink-182 – “A New Hope”

Mark Hoppus, baixista e único membro do Blink-182 que permanece na banda até hoje, sempre se declarou fã de Star Wars. Aqui, ele demonstra todo seu amor incondicional por Leia Organa (e olha que ele nem mencionou o popular biquíni no palácio de Jabba, the Hut). Na letra, ele cita tomar umas biritas com Lando Calrissian e umas voltinhas pela cantina de Mos Eisley.

Supernova – “Chewbacca”

Da trilha do filme de um dos maiores fanboys de Star Wars, Kevin Smith: essa música do Supernova toca durante a clássica cena de “Clerks” ou (“O Balconista”) em que Dante e Randall discutem qual filme é melhor, “O Império Contra-Ataca” ou “O Retorno de Jedi” (e, pra variar, Dante tem razão). Uma homenagem ao wookie mais querido do mundo.

Mr. Catra e os Templários – “O Retorno é de Jedi”

Poucos esperavam que Catra lançasse uma banda de rock. Menos ainda esperavam que ele citasse “O Retorno de Jedi” no single chapa-branca e bom-moço de estreia.

The Liquid Tension Experiment – “Chewbacca”

Mais uma homenagem à Chewie, dessa vez pela banda paralela e cabeçuda de membros do Dream Theater. Como era de se esperar, a faixa é instrumental e tem mais de 10 minutos.

“Weird Al” Yankovic – “Yoda”

É lógico que eu não deixaria de fora o melhor parodiador do mundo. “Weird Al” Yankovic transformou “Lola”, do The Kinks, em uma ode ao Jedi verde de orelhas pontudas que vive em Dagobah, um lugar que borbulha como soda.

“Weird Al” Yankovic – “The Saga Begins”

Em 1999, Al lançou sua versão para “American Pie”, clássico de Don McLean, contando toda a história de Obi Wan Kenobi, Qui Gonn Jinn e Anakin Skywalker no ainda não lançado “Episódio I” de Star Wars. Detalhe: a Lucasfilm não permitiu que ele assistisse uma prévia do filme. Assim, Al criou a música inteira com boatos e spoilers que havia pesquisado, e voilá: acertou tudinho.

Coheed and Cambria – “Goodnight”

Em 1999, quando o Coheed and Cambria ainda atendia pelo nome Shabutie, a música “Goodnight” referenciava Luke Skywalker, Jabba the Hutt, Boba Fett, X-Wing FightersChewbacca. A música é cantada por Claudio Sanchez na pele de um garoto sonhando com a saga Star Wars, como se ele fosse Darth Vader na Estrela da Morte. Outra música que cita as Guerras Clônicas antes que o filme fosse lançado.

Meco – “Star Wars and Other Galactic Funk”

Star Wars foi lançado em 1977, ano em que o punk estourou e a disco music estava em seu auge. Adivinha qual dos dois estilos fez uma versão do clássico tema da série? Acertou: o Meco fez uma versão bem “Embalos de Sábado à Noite”, completa com barulhos de droids e sabres de luz. Ouça os 15 minutos da música: ela vai do tema principal à música da Cantina Band de Mos Eisley.

Green Olive Tree – “Dagobah”

A música do Green Olive Tree chama “Dagobah” e começa com a Marcha Imperial. Precisa de mais motivos?

Iam – “L’empire Du Coté Obscur”

Um rap em francês que fala sobre Star Wars e tem a famosa respiração de Darth Vader rolando ao fundo? Sim, aconteceu em 1997.

Queens Of The Stone Age – “These Aren’t The Droids You’re Looking For”

A instrumental com a famosa frase de Obi Wan Kenobi “These Aren’t The Droids You’re Looking For” saiu em um split de 1998 com a banda Beaver.

MC Chris – “Fett’s Vette”

Este rap foi escrito da perspectiva de Boba Fett e contém, lógico, muitas referências a Star Wars. “My backpack’s got jets, well, I’m Boba, the Fett, I bounty hunt for Jabba Hutt to finance my vette.”

Elesbão e Haroldinho – “Montagem do Star Wars”

Um funk apenas com referências ao “Istauá”. Cavalero Jedi 3 real, Princesa Rebelde, grátis, até meia noite, falô?
“Invade com os rebelde, o baile do mau
Leia popozuda é a princesa na moral
Dagobah, Naboo, Alderan e Tatooine
O Bonde dos Sinistros não há ninguém que ature”

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O que andei ouvindo – 17 a 23/03

De La Soul – Ouvi bastante o “3 Feet High and Rising”. O que eu mais me perguntei enquanto ouvia foi “porque diabos não ouvi isso antes?” Na verdade, o moleque de 13 anos fã dos Beastie Boys que eu fui deveria ter colocado as mãos neste grande disco de 1989, pra fazer par com o “Licensed to Ill” que não saía do toca-discos. Bom, antes tarde do que nunca.

Dinosaur Jr. – O disco que eu ouvi foi o “Bug”, de 1988. É, essa semana eu fiquei bem ouvindo as coisas lançadas lá no finzinho dos anos 80. Pra juntar com um fato atual que tá em alta, esse disco contém “Freak Scene”, música o Blink-182 coverizou em uma de suas primeiras demos (e hoje a banda tá desmantelando, ou pelo menos o Tom Delonge está). Ah, “Bug” tá na lista dos “1001 Discos Pra Ouvir Antes de Morrer“, como muitos outros que ouvi ultimamente.

Jane’s Addiction – YEAH! Poxa, fazia tempo que eu não ouvia o “Ritual de Lo Habitual”, que é um dos melhores discos da banda (junto com o “Nothing’s Shocking”). Mas acho que o “Ritual” vence, especialmente por causa de duas músicas: a abertura pé na porta “Stop” e o mega hit “Been Caught Stealing”.

Se derretendo com Richard Cheese e o Lounge Against the Machine

Imagine Frank Sinatra, Dean Martin ou Tony Bennett cantando algo como… “Gin & Juice”, do Snoop Dogg. Ou “Nookie”, do Limp Bizkit. Conseguiu pensar em tal esquisitice? Não precisa. Conheça o estranho mundo de Richard Cheese e sua banda Lounge Against The Machine.

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A banda é formada por Bobby Ricotta, no piano e arranjos, Gordon Brie no baixo, Frank Feta na bateria e nosso querido Ricardo Queijo nos vocais, palmas e assobios. O único membro fixo é o próprio Richard Cheese (o comediante Mark Jonathan Davis). O nome vem de “cheesy”, ou, numa tradução literal, “brega”, “cafona”.

Nos álbuns da banda, versões “fraque” de coisas como Slipknot, Nirvana, Blink-182, System Of A Down… ou seja, versões swingin’ Las Vegas de rock, rap e pop. Dê uma olhada no vídeo da versão de Dick para “People = Shit”, uma das porradas mais violentas dos 9 mascarados do Slipknot. Atenção ao “Here we go again, motherfucker”.

Se você assistiu o remake de Madrugada dos Mortos, ouviu a versão Las Vegas lounge de “Down With The Sickness”, do Disturbed. Ótima para festas de gala, aliás. Ah, sim: a banda aceita convites para tocar em casamentos. Inclusive tocou no casamento do baterista Travis Barker (Blink-182, +44). Alguém mais se habilita?

Dê uma olhada no estilo, sensualidade vocal e garbo de Richard Cheese, uma ótima maneira de introduzir o mundo da música pesada para seus pais e avós.

(post publicado originalmente no blog Contraversão)

Awesome Gig Posters [4]: Blink-182, 2014

Pois é, se você leu os blogs e portais musicais nos últimos dias, já sabe que o Blink-182 está se desintegrando (pela segunda vez) em uma briga digna de novela mexicana das tardes do SBT. A princípio, a banda faz mais um show com Matt Skiba do Alkaline Trio no lugar de Tom Delonge e a partir daí, só Deus sabe o que será do grupo e de Mark Hoppus e Travis Barker (eu, pessoalmente, torço pela volta do +44).

Mas como o assunto do post é pôsteres de shows incríveis, dane-se a briguinha do trio. Certo?

Blink-182 in London, 2014

Quem? Blink-182
Onde? 02 Academy, Brixton, London, UK
Quando? 08/08/2014
Artista do cartaz: Ian Williams

O show provavelmente teve momentos mais ou menos assim:

Setlist:

  1. Encore:

  2. (Mark Hoppus)

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