Crush em Hi-Fi

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Músicas que você nunca desconfiou que eram apenas versões em português… mas são!

16951402Pois é. Depois que fiz aquele post mostrando músicas que você não sabia que eram covers (algumas surpreendem até ao maior fã de música, como “Hey Joe”), continuei pesquisando. Ainda tenho algumas para publicar, mas este garimpo levou a uma nova ótica: não apenas covers, mas versões em outras línguas. E daí comecei a encontrar diversas músicas brasileiras que achei que era originais e na verdade são apenas versões.

Listei 20 das mais surpreendentes canções em português que eu realmente achei que fossem originais, mas são versões de músicas em espanhol, inglês, italiano, sueco e até RUSSO! Aposto que você também não sabia de algumas dessas:

– “Qualquer Jeito (Não Está Sendo Fácil), de Kátia (a cega) é versão de “It Should Have Been Easy”, de Bob McDill

Pra começar com o pé na porta, o sucesso “Qualquer Jeito”, também conhecida como “Não Está Sendo Fácil”, é uma versão de “It Should Have Been Easy”, do americano Bob McDill. Pra melhorar: a versão em português foi feita por Roberto Carlos e Erasmo Carlos especialmente para Kátia!

– “Não Se Vá”, de Jane e Herondy, é versão de “Du Gehst Fort”, de Adam & Eve

Essa aqui é praticamente uma versão brasileira literal do vídeo, se você reparar. O casal, as expressões, tudo.

– “Quatro Semanas de Amor”, de Luan e Vanessa, é versão de “Sealed With a Kiss”, de Peter Udell e Gary Geld

A dupla fez uma música que dominou o mundo. “Sealed With a Kiss” recebeu diversas covers desde seu primeiro lançamento, em 1960, pelos The Four Voices. São mais de 20 versões, entre elas a de Luan e Vanessa, que fez muito sucesso no Brasil, em 1990.

– “Eva”, do Rádio Táxi, é versão de “Eva”, de Umberto Tozzi

A pequena Eva do Rádio Táxi, que depois foi regravada com grande sucesso pela Banda Eva de Ivete Sangalo… bem, a pequena Eva é uma ragazza italiana escrita por Umberto Tozzi em 1982!

– “Lobo Mau”, de Roberto Carlos, é versão de “The Wanderer, de Dion and The Belmonts

Tá, grande parte das músicas da chamada Jovem Guarda eram versões de músicas internacionais, especialmente do rock inglês que despontava no começo dos anos 60. “Lobo Mau”, no caso, é uma versão de “The Wanderer”.

– “Meu Sangue Ferve Por Você”, de Sidney Magal, é versão de “Oh Cuanto Te Amo”, de Sabu

Lembra desse clipe em que Sidney Magal canta um de seus maiores sucessos e está a cara de Paul Stanley nos anos 80? Então, o grande sucesso de Magal não é dele. É uma versão do argentino Sabu.

– “Charlie Brown”, de Benito di Paula, é versão de “Charlie Brown”, de Birgitta Wollgård & Salut

Quem diria que o amigo Charlie Brown de Benito di Paula e seu sambão jóia vinha direto da Suécia, hein? Birgitta Wollgård & Salut falaram do dono do Snoopy em 1972 em uma versão mais ~animadinha~ que a do bigodudo brasileiro. (*correção: o amigo Ricardo Schott me avisou que a versão original é do Benito, e os suecos que fizeram uma versão. Então nesse caso é ao contrário!)

– “Vou de Táxi”, da Angélica, é versão de “Joe Le Taxi”, de Vanessa Paradis

Pela janela do quarto, Angélica ouvia a buzina de Vanessa Paradis, que gravou “Joe Le Táxi” em francês em 1987. Aliás, a original fala do taxista Joe, que trabalha pelas ruas de Paris. Ah, e é incrível ver como encaixaram o “cê sabe” na versão da loira do Clube da Criança.

– “Catedral”, de Zélia Duncan, é versão de “Cathedral Song”, de Tanita Tikaram

“Cathedral Song”, de Tanita Tikaram, saiu em 1989 e ganhou uma versão de muito sucesso feita por Zélia Duncan em 1994. Ah, e um álbum solo de Renato Russo unia ele cantando “Cathedral Song” com a versão de Duncan.

– “A Dor Desse Amor”, do KLB, é versão de “A Puro Dolor”, de Son By Four

Ah, vai dizer que você achava que o “vida, devolva minhas fantasias” do KLB era criação deles próprios? Ah, vá. A música é uma versão da boy band que não fez lá muito sucesso Son By Four.

– “O Amor e Poder”, de Rosana, é versão de “The Power Of Love”, de Jennifer Rush

A música que embalada o personagem Reginaldo da novela Fogo no Rabo da TV Pirata não é de Rosana. Pois é. Mas posso dizer? A versão brasileira é muito mais legal que a original de Jennifer Rush.

– “Quem de Nós Dois”, de Ana Carolina, é versão de “La Mia Storia Tra Le Dita”, de Gianluca Grignani

Cada vez que Ana Carolina foge, ela se aproxima mais de Gianluca Grignani, o autor italiano gatinho de “La Mia Storia Tra Le Dita”, que inspirou “Quem de Nós Dois”, um dos maiores sucessos da cantora.

– “Bem Que Se Quis”, de Marisa Monte, é versão de “E Po’ Che Fa”, de Pino Daniele

Eita, Itália! É de lá que vem um dos primeiros e maiores sucessos de Marisa Monte, que pegou a original de Pino Daniele, desacelerou e deixou com um embalo mais lento…

– “Fascinação”, de Elis Regina, é versão de “Fascination”, de Fermo Dante Marchetti

Eu não imaginaria que essa incrível música de Elis Regina não era originalmente cantada por ela. Pois é, essa vem diretamente de 1904, quando era uma valsa sem letra criada por Fermo Dante Marchetti. A letra veio em 1905 por  Maurice de Féraudy, e a versão em inglês em por Dick Manning.

– “Ela Não Está Aqui”, do KLB, é versão de “I’d Love You To Want Me”, de Lobo

KLB de novo? Sim, KLB de novo. Kiko, Leandro e Bruno tiraram “Ela Não Está Aqui” de “I’d Love You To Want Me” de Lobo, que tem um penteado bem bacana.

– “Trac Trac”, dos Paralamas do Sucesso, é versão de “Track Track”, de Fito Paéz

Os Paralamas gravaram uma versão de seu amigo argentino Fito Paéz em 1991, no disco “Os Grãos”.

– “Chorando Se Foi”, do Kaoma, é versão de “Llorando Se Fue”, dos Kjarkas

Sim, a música que foi o grande sucesso da moda da lambada no Brasil e no mundo é uma versão. A versão dos Kjarkas não tem muito a ver com o que o Kaoma fez, sendo bem enraizada na Bolívia, terra natal da banda.

– “Borbulhas de Amor”, de Fagner, é versão de “Burbujas de Amor”, de Juan Luis Guerra

O bolerão de Fagner passando a noite em claro dentro de ti é uma versão de Juan Luis Guerra. Meio parecidona, se formos ver, quase uma tradução literal, fora um “ai ai ai ai ai ai ai” que a original tinha e Fagner tesourou.

– “Ritmo de Festa”, de Sílvio Santos, é versão de “Ritmo de La Noche”, do The Sacados

As listas de covers e versões sempre vão terminar com Sílvio Santos? Não sei. Mas, novamente, Senor Abravanel aparece com seu maior hit nos anos 90, uma versão da banda de dance music The Sacados (hehehe), de 1990.

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Os dois mil e um projetos musicais do hiperativo Dave Grohl

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O Foo Fighters está no Brasil pela terceira vez e só se fala na banda de Dave Grohl. A turnê “Sonic Highways” acompanha o disco não tão bem sucedido do grupo e promete show longos e cheios de hits, covers, alguns lados B e todo o carisma que garantiu ao rapaz toda a fama de cara legal que ele tem.

Porém, além de “cara legal” (algo que chega a irritar alguns), Grohl também é um ótimo músico e adora tocar, então se enfia em quase todos os projetos musicais e colaborações que aparecem pela frente. Isso o colocou mais de uma vez em bandas lendárias como o Scream, o Nirvana e o próprio Foo Fighters (que conta com o mestre Pat Smear, que acompanhou Grohl no fim do Nirvana e foi dos incríveis Germs).

Neste post, apresentaremos alguns projetos e participações de Grohl que você precisa ouvir. Não, não vamos citar coisas que você com certeza já ouviu (e se não ouviu, vá atrás agora!) como o Songs For The Deaf do Queens Of The Stone Age e o Them Crooked Vultures, okay?


Hooker on The Street

Gravada quando Grohl era apenas o baterista cheio de energia e palhaçadas no Nirvana. No episódio de Seattle da série “Sonic Highways” o produtor Barrett Jones revelou que tinha as demos de cerca de 40 músicas que Grohl gravou na época do Nirvana em seu estúdio. “Hooker On The Street” parece uma piada de Grohl baseada em James Brown e Red Hot Chili Peppers.


Melvins – King Buzzo

Em 1992, Grohl tocou bateria sob o pseudônimo Dale Nixon no EP “King Buzzo” dos Melvins, cuja capa parodia os álbuns solo que o Kiss lançou em 1978. O disco contém “Skeeter”, que nada mais é que um remix de “Just Another Story about Skeeter Thompson” que aparece em seu disco Pocketwatch, o primeiro lançamento pré-Foo Fighters.


Backbeat

A banda formada para regravar as covers dos Beatles para o filme Backbeat (que no Brasil recebeu o subtítulo “O Quinto Beatle”) era, em si, um supergrupo do rock alternativo dos anos 90. Além de Dave Grohl na bateria, contava com Dave Pirner (Soul Asylum) e Greg Dulli (The Afghan Whigs) nos vocais, Thurston Moore (Sonic Youth) e Don Fleming (Gumball) nas guitarras e Mike Mills (R.E.M.) no baixo.


Probot

O projeto metal de Grohl saiu em 2003. Com convidados como Max Cavalera (Sepultura/Soulfly/Cavalera Conspiracy), Cronos (Venom), Lemmy Kilmister (Motorhead) e King Diamond e Grohl na bateria, guitarra e baixo, o disco continha 12 faixas com vocalistas diferentes e estilos variados de metal. Rendeu o clipe “Shake Your Blood”, com Lemmy no vocal.


Puff Daddy – It’s All About The Benjamins

Grohl entrou no mundo do rap injetando rock na faixa “It’s All About The Benjamins”, de Puff Daddy.


Killing Joke – Self-Titled

O disco de 2003 contou com Dave Grohl como baterista. O engraçado é que muita gente falava que “Come As You Are”, do Nirvana, era plágio de “Eighties” do Killing Joke. Originalmente John Dolmayan do System of a Down e Danny Carey do Tool também tocariam bateria no disco, mas quando Grohl ouviu as músicas do disco, disse “quero tocar todas”. E assim foi.


Tony Iommi – Goodbye Lament

O disco “Iommi”, de 2001, juntou Dave Grohl e Brian May na música “Goodbye Lament” ao guitarrista do Black Sabbath. Ou seja: uma música criada por um supergrupo não-declarado.


Tenacious D

Você pode não saber, mas o Tenacious D tem um terceiro elemento além de Jack Black e Kyle Gass: Dave Grohl. Ele tocou bateria nos três discos do duo, além de fazer o papel de capeta no clipe de “Tribute” e no filme “Pick Of Destiny”, além de cantar a música “Belzeboss”.


Garbage – Bad Boyfiend

Adivinha quem tocou bateria na música do disco “Bleed Like Me”, de 2005? Adivinha quem fez esse barulho ao fundo da banda de Shirley Manson e Butch Vig? Adivinha?


Juliette and The Licks – Four On The Floor

Sim, a bateria do disco inteirinho da banda de Juliette Lewis foi gravada pelo ex-baterista do Nirvana. Tudo porque, um pouco antes das gravações, o baterista Jason Morris abandonou a banda. Na hora pode ter sido algo ruim, mas… no fim, ter Dave Grohl na bateria é bem mais negócio, certo?


Prodigy – Run With The Wolves

Sim, Grohl colaborou até com os punks da eletrônica inglesa. Ele acrescenta sua bateria pesada à “Run With The Wolves” e “Stand Up”, do disco Invaders Must Die.

O nome da música é o nome da banda e vice-versa

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Eu sinceramente não sei porque artistas resolvem dar a uma de suas músicas o próprio nome escolhido para a banda. Será que a música veio antes, e o nome pegou? Será que é preguiça de dar um nome? Será que a tal da canção consegue exprimir toda a alma da banda? Bom, cada uma tem a sua história e motivo (ou a falta de um). No fim, muitas das bandas que a gente adora usaram este artifício.


Black Sabbath – Black Sabbath

A primeira música do primeiro disco do Black Sabbath, também auto-intitulado. Neste caso, o nome da música veio antes, quando a banda ainda chamava Earth. Com o som “tenebroso” da faixa, o Sabbath mudou sua forma de fazer música e assumiu o nome.


Green Day – Green Day

A música “Green Day” está no primeiro disco da banda, “39/Smooth”, bem antes da explosão de “Dookie”. Provavelmente também foi composta quando a banda ainda chamava Sweet Children e acabou virando o nome oficial do trio.


Motörhead – Motorhead

Essa é fácil: foi composta por Lemmy Kilmister quando ele ainda era do Hawkind, que gravou a música em 1975 como B-Side de “Kings of Speed”. Quando Lemmy saiu da banda, foi fácil achar o nome para seu novo projeto.


Atari Teenage Riot – Atari Teenage Riot

Esta aqui foi o primeiro single da banda, antes mesmo do disco “Delete Yourself”. Provavelmente é uma carta da banda ao público falando em uma música qual é a ideia do som deles. RIOT!


They Might Be Giants – They Might Be Giants

O nome da banda antes era El Grupo de Rock and Roll, mas mudou pro nome da música They Might Be Giants, nome de um filme de 1971.


Iron Maiden – Iron Maiden

O nome da banda veio do popular instrumento de tortura que Steve Harris viu no filme “O Homem da Máscara de Ferro”. A música saiu no primeiro disco da banda, auto-intitulado.


Bad Religion – Bad Religion

“Bad Religion” do Bad Religion faz parte do disco “Bad Religion”, de 1981. Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?


Pennywise – Pennywise

“Pennywise”, que leva o nome do palhaço assassino de It, obra de Stephen King, saiu no primeiro disco da banda Pennywise, de 1991. É claro que o nome do disco não podia ser outro: “Pennywise”.


Body Count – Body Count

Ice-T disse que se inspirou no Black Sabbath para criar o Body Count. A música “Body Count” é do disco de estreia do projeto do mesmo nome, que saiu em 1992. E como o Sabbath também tem música auto-intitulada…


Descendents – Descendents

O nome Descendents veio antes. Ou será que eles gravaram Descendents quando ainda se chamavam The Itch? É, não encontrei referências sobre isso… descubram por si mesmos. Ou não, sei lá.


Porno for Pyros – Porno for Pyros

O Porno For Pyros é um desmembramento do Jane’s Addiction. A música que leva o nome do pornô para piromaníacos saiu no disco de mesmo nome, de 1993.


Soulfly – Soulfly

A música que leva o nome da banda de Max Cavalera pós-Sepultura saiu em seu primeiro disco. Aqui no Brasil, as revistas de música se esforçavam para entender o trocadilho, cravando frases como “alma voa” ou “alma mosca”. É, a imprensa musical tem dessas coisas.


Menções honrosas: “A Barca do Sol”, d’A Barca do Sol, “Belle and Sebastian”, do Belle and Sebastian, “Bad Company”, do Bad Company, “Minor Threat”, do Minor Threat, “The Good, The Bad and The Queen”, do The Good, The Bad and The Queen e… você lembra de mais alguma? Deixa aí nos comentários!

Dupla de fãs “conserta” St. Anger, do Metallica

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O famigerado disco “St. Anger”, do Metallica, foi destruído por crítica e público desde que foi lançado. Os fãs viraram as costas, a crítica vomitou em cima e até Jason Newsted pulou fora do barco. Os timbres horrorosos das guitarras e baixo, a bateria de Lars Ulrich com som de latas de goiabada e a ausência dos solos de Kirk Hammet foram decisivos para o fracasso da empreitada. E se alguém “consertasse” o Santa Raiva?

Pois foi este serviço de funilaria e pintura metálica que dois fãs, Chris D. e Dave C., fizeram. O álbum foi regravado inteiro no projeto #STANGER2015. “Alguns fãs de longa data não curtiram a afinação baixa das guitarras e a produção cruas do disco, ao passo que alguns ouvintes abraçaram a ideia, incluindo nós. # STANGER2015 é para os ouvintes que não ficaram tão apaixonado pelo disco que foi lançado em 2003”, declarou a dupla.

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O par acrescentou: “Gravado a partir do zero, o álbum foi encurtado em 15 minutos. No entanto, todos riffs e letras estão intactos, resultando em um registro mais conciso e focado. A produção também é mais convencional, e esperamos que os fãs do Metallica apreciem esta nova versão de um álbum que é sempre encarado como uma anomalia na carreira da banda”.

A versão da dupla para “St. Anger” deixa o som um pouco mais parecido com o que se espera do Metallica, com timbres mais convencionais e a bateria com sons que lembram menos uma pessoa batucando no capô de um Opala. A voz de James Hetfield, porém, faz falta.

Confira a versão recauchutada de “St. Anger”:

Mr. Catra cria seu próprio Body Count em disco de rock

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Pois é, o cara que transformou “Tédio” do Biquíni Cavadão em “Adultério” e é popular por ser pai de 30 filhos e casado com 4 mulheres ao mesmo tempo resolveu gravar um disco de rock.

Sob o nome de Mr. Catra e os Templários, o carioca está registrando um álbum descrito em sua página do Facebook como “Baile Funk Metal Hardcore”, ou “FunkMetal,‬ Rapcore, ‎Rock, ‎Hardcore e ‎PowerFunkinRoll‬”, seja lá o que isso queira dizer.

Nos posts da página da banda, prévias de músicas como “Retorno de Jedi” (com solo do guitarrista Reinaldo Gore Doom) apontam, segundo eles, um “som bem pesado e coeso”. É aguardar pra ver.

Não é a primeira vez que Catra envereda pelo mundo do rock. Além de participar nos anos 80 da banda O Beco, o funkeiro já participou de faixas de bandas como Raimundos. Ouça “Pegamutukalá”, do disco “Kavookavala”:

Será que Catra consegue ter sucesso com sua versão brasileira do que Ice-T fez com o Body Count?

E você achou que pessoal do metal não ia criar músicas sobre Game of Thrones?

Game of Thrones é um dos maiores sucessos da TV dos últimos tempos. Além de captar a atenção dos fãs de fantasia medieval, RPG e afins, conseguiu chamar a atenção até de quem não é dessa turma, com muitos plot twists, personagens interessantes e além de tudo, aquilo que todo mundo gosta: cenas de sexo e nudez (principalmente feminina, mas também rolam uns perus balançando de vez em quando).

Se o Senhor dos Anéis de Tolkien inspirou tantas músicas de bandas como Led Zeppelin, Blind Guardian, Rush e Genesis, era inevitável que a sangrenta saga de George R. R. Martin iria ser homenageada em forma de música, principalmente pelo pessoal do metal e seus subgêneros. Então prepare seus fones de ouvido, o inverno está chegando!

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Seven Kingdoms – The King In The North

Sim, vamos começar direto com o infame casamento vermelho, já que este episódio foi tão traumatizante para todos nós.

Trecho:

“Mercy! Mercy! Mercy for my son!”
Vengeance takes us all
Across the world the ravens take to wing (dark wings bring dark words)
Spreading the word, the bloody death of a king”

The Sword – To Take the Black

Agora, que tal uma canção em homenagem aos solitários guerreiros que protegem a Muralha? “To Take the Black” fala sobre o pessoal do BOPE de Westeros e seu legado.

Trecho:

“If you choose to take the black
Bid farewell to comforts great and small
Those who do, don’t come back
Prepare yourself for life on the wall”

HammerFall – Fury Of The Wild

Esta música fala da revolução dos selvagens além da Muralha e sua jornada aos Sete Reinos. O nome da música é tirado diretamente dos livros. Além disso, este disco do HammerFall se chama “Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken”, o lema da Casa Martell.

Trecho:

“Now as you stand on your own
With the future, face to face
Take a look at me now
Feel the fury, taste my rage
Come taste my revenge”

Irish Moutarde – The Bear And The Maiden Fair

Na verdade, esta é uma versão punk irlandesa de uma música cantada diversas vezes nos livros e que apareceu na série da HBO.

Trecho:

“The bear smelled the scent
on the summer air
the bear, the bear
all black and brown
and covered with hair “

Blind Guardian – War Of The Thrones

Sim, a banda mais conhecida por seu amor e devoção por Senhor dos Anéis. Isso não os impediu de também cair de amores pela história de George R. R. Martin. Não conseguiram ficar viúvos de Tolkien pra sempre, vejam só.

Trecho:

“All I ever feel is
All I ever see is
Rise and fall
When the War of the Thrones will begin”

Morningstarlett – Mother of Dragons

Daenerys Targaryen, Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome.

Trecho:

“Mother of Dragons
Riding on her wings into the night
Mother of Dragons
No can escape her deadly flight”

Arkngthand – A Game of Thrones

Bom, o nome do disco é “A Song Of Ice and Fire”, acho que já era esperado que a banda falasse sobre Game Of Thrones, certo? O disco foi lançado em 2009 e é inteirinho sobre o desejo de tomar o poder e o Trono de Ferro.

Trecho:

“Arryn’s death, the fall, the dagger
It al somehow seems to relate
Shades of crimson, covering secrets
I’ll find out before it’s too late”

Nocternity – Valyrian Steel (Blood Of The Dragon)

O guitarrista da banda se chama Khal Drogo. A música é em Dothraki (SIM!). O nome da música é “aço valyriano”. THAT’S A BINGO!

Trecho:

“Khalakka Dothrae mr’anha
Rakh! Rakh haz!
Khalakka Dothrae mr’anha
Rakh! Rakh haz!
Fire and blood
Blood for the Dragon”

The Last Alliance – To the Far North of Winterfell/White Walkers

Não consegui encontrar uma versão de estúdio desta aqui, mas o título já entrega tudo.

Trecho:

“To the far north of Winterfell, There’s a land
I once called home
Long ago, yet still remains so
Tales of my deeds, still echo through there
Hearken my saga, to all who will hear
Land of my fathers no longer my home
My joy and my innocence forgotten
I shall return!”

Winterfell – Winter is Coming

Ned Stark ia adorar ouvir essa música, mas ele tá meio sem cabeça pra isso agora.

Trecho:

“When the snows fall,
and the white winds blow…
The lone wolf, shall die,
but the pack survives! “

Pra fechar com chave de ouro, que tal uma versão metal do tema da série?

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